24/02/2013
Não sou de intrigas...
...mas gostava de perceber porque é que o Porto não tem jogo marcado esta 4ª feira para a Taça da Liga, em semana que antecede um clássico...
20/02/2013
Estado de alerta antecipado
O jogo de amanhã tem de servir
para poupar algumas unidades importantes no jogo do Benfica. Temos de fazer descansar Salvio e Lima,
pelo que observei nos últimos jogos começa a faltar-lhes o fulgor e a capacidade
de desequilibrar que apresentaram em Janeiro.
Os últimos 3 jogos deixaram-me
preocupado. Deixámo-nos empatar na Madeira com o jogo praticamente na mão,
ganhámos na Alemanha com sorte e por pouco não perdemos pontos em casa contra o
autocarro de Coimbra. Em minha opinião faltou meio campo e capacidade de “rasgar”
as defesas. Eu sei que não podemos jogar e ganhar sempre com qualidade, mas já
são 3 jogos seguidos em que faltou alguma coisa.
Foi exactamente nesta altura que
começámos a ir-nos abaixo na época passada, há que ter cuidado para que tudo o
que foi feito até agora não vá por água abaixo. Amanhã temos também de dar mais
minutos e mais confiança a Rodrigo (vai fazer falta o melhor Rodrigo na recta
final), no lugar de Lima de preferência.
Jorge Jesus assumiu que nunca vai
pôr em causa o campeonato para apostar na Liga Europa, mas não percebo porque
não foram convocados Luisinho e Urreta, tinham de ser titulares amanhã…
Tendo em conta que é conhecida a
lista de convocados, por mim amanhã era assim:
Artur; André Almeida, Luisão,
Garay, Melgarejo; Matic; Ola John, Carlos Martins, Gaitán; Rodrigo, Cardozo.
14/02/2013
Bom Sinal
Onze oficial do SL Benfica para hoje:
Artur; André Almeida, Melgarejo, Luisão e Garay; Matic e o Menino; Alan John, Gaitan e Urreta; Cardozo
Não sei qual será o resultado final, mas confesso que este era o onze que queria para hoje. Sem tirar nem pôr. Ao mesmo tempo que dá descanso a alguns jogadores que têm sido sujeitos a maiores cargas físicas, Jesus mostra que não mente quando diz que a prioridade este ano é o Campeonato. Adicionalmente, ganhamos altura com a entrada dos jovens "Andrés", bem como consistência no meio-campo com a colocação de Gaitán a nº 10 e do menino André Gomes mais próximo de Matic. O sérvio agradece. Ter 3 homens no corredor central do meio-campo era para mim fundamental no jogo de hoje, muito devido ao poderio físico de Reinartz, Bender e Rolfes (não tenho a certeza se serão os titulares, mas costumam ser). Gaitán poderá ainda beneficiar de alguma dificuldade de recuperação destes três jogadores para criar desequilíbrios entre-linhas. Finalmente, a entrada de André Almeida pode ser importante, caso adopte uma postura mais posicional do que a de Maxi Pereira. É que Schurrle e Kiessling são jogadores perigosíssimos e "caem" muitas vezes no seu flanco esquerdo. Maxi que me perdoe, mas hoje não dá para as aventuras do costume, é simplesmente melhor não ir lá à frente do que ir e não ter capacidade para voltar.
A ideia de Jesus para o jogo parece-me a mais acertada e merece o meu aplauso, veremos qual o resultado. Venham eles, e que o Benfica repita 94!
13/02/2013
Injustiça Salomónica
Para que não nos oiça criticar a decisão, contra os Regulamentos, de não excluir o Porto da Taça da Liga, a Federação aplicou castigos de "apenas" um jogo a Matic e Cardozo. a FPF consegue assim, no mesmo comunicado, cometer duas injustiças graves, sendo elas a não exclusão do Porto de uma competição na qual não cumpriu as regras do jogo e a suspensão de Matic por algo que não fez.
Se, por um lado, nunca acreditei que o Porto fosse excluído da Taça da Liga pois isso iria provavelmente provocar a curto-médio prazo a morte desta Competição, por outro também sabemos que o Porto não tem por hábito jogar segundo as regras no Campeonato e isso, que eu me recorde, ainda não resultou na sua desclassificação.
Em relação aos castigos, principalmente o de Matic, vemos confirmada a ideia de que a nossa Federação está atrasada, por exemplo, em relação à Confederação Africana de Futebol (CAF), que ainda na última CAN despenalizou um jogador (o burquinês Jonathan Pitroipa), após este ter sido expulso de forma injusta.
Enquanto tudo isto se desenrola à frente dos nossos olhos, o Benfica continua calado...
Se, por um lado, nunca acreditei que o Porto fosse excluído da Taça da Liga pois isso iria provavelmente provocar a curto-médio prazo a morte desta Competição, por outro também sabemos que o Porto não tem por hábito jogar segundo as regras no Campeonato e isso, que eu me recorde, ainda não resultou na sua desclassificação.
Em relação aos castigos, principalmente o de Matic, vemos confirmada a ideia de que a nossa Federação está atrasada, por exemplo, em relação à Confederação Africana de Futebol (CAF), que ainda na última CAN despenalizou um jogador (o burquinês Jonathan Pitroipa), após este ter sido expulso de forma injusta.
Enquanto tudo isto se desenrola à frente dos nossos olhos, o Benfica continua calado...
12/02/2013
Tudo ao Léu

Na longínqua época de 2000/2001, ocorreu um dos mais caricatos episódios da História do Futebol Português. Bruno Paixão, um dos piores árbitros de que há memória decidiu, após um escaldante Académica-Imortal, aplicar o internacionalmente famoso número de sedução, o chamado "Naked Man", apresentando-se "em pelota" frente a elementos do sexo feminino. As presas (foram logo duas, o homem não é de meias medidas), duas agentes da PSP, nomeadamente a agente Fátima, pertencente à Divisão "Escola Segura" e a agente Paula (nome de especial significado para Carlos Secretário), da Divisão de Trânsito. Terminada a partida, Paixão deparou-se com as duas senhoras junto ao seu balneário e certamente terá pensado que seria a fruta do costume, desta vez para desempenhar o papel de "good cop, bad cop", um fetiche antigo do sr. Paixão. Puro engano. As duas agentes não acharam graça à brincadeira, e apresentaram uma queixa-crime contra o "juiz". Vendo o árbitro setubalense vítima do ultraje de uma acusação de atentado ao pudor pelas duas vítimas, o então Diretor Executivo da Liga, o nobilíssimo e impoluto José Guilherme Aguiar, na altura sob a égide da Major Valentim Loureiro (tudo bons rapazes). apressou-se a vir a terreiro defendê-lo, como aliás é hábito no F.C. Porto.
Mas esta história, pese embora rocambolesca e absolutamente caricata, não tem nada que ver com aquilo que pretendo dizer com este texto. A escolha desta capa, deve-se só e exclusivamente ao facto de associar a arbitragem portuguesa à ausência de pudor. O jogo de Domingo demonstrou-nos, mais uma vez, que o Rei vai nu! A falta de vergonha apoderou-se do futebol Português. O que antes eram nomeações de árbitros e esquemas de incentivos bem delineados com o objetivo de aliciar equipas de arbitragem, apenas desmascarados através de escutas aos telefones dos autores do crime, são agora feitas às claras, frente às objetivas das televisões. O Rei, o Sistema, vai nu. Os corruptores decretaram que qualquer jogo do Benfica merece ser arbitrado pelo "Melhor árbitro do Mundo", Pedro Proença. Não sei se Proença é o melhor do mundo na sua função, sei que é indubitavelmente um dos mais competentes. Em cada jogo, tem uma missão, e cumpre-a, custe o que custar, por mais descarada e vergonhosa que seja. Em Portugal como na Europa. Não quero com isto desculpar os 2 pontos perdidos ontem na Choupana de Rui Alves. O empate, inaceitável nesta altura da temporada, deve-se quase exclusivamente à nossa incompetência e aos erros de uma defesa, Artur incluído, que tremeu demais. O impacto da atuação de Proença tem no entanto um alcance mais abrangente. Matic provavelmente ficará de fora nos próximos dois jogos, enquanto o caso de Cardozo é mais grave, quem sabe quanto tempo ficará suspenso, é esperar para ver. Em menos de 5 minutos, O Melhor do Mundo tirou das próximas jornadas aquele que tem sido o nosso jogador em melhor forma, Matic (sem substituto à altura, culpa nossa), e o nosso melhor marcador, Cardozo. O Rei da arbitragem, Proença, vai nu. Veremos se na jornada 29, no jogo que poderá decidir a atribuição do título, não veremos os dois Reis, Proença e o Sistema, a festejarem, nus e despojados de pudor, o tão desejado título, numa imagem já antes vista.
06/02/2013
A busca de Pablito
«Adoro el fútbol bonito. Puedo decir que yo vivo por este tipo de fútbol. Pero estoy convencido de que, desde que llevo jugando, lo que les importa a los aficionados más que el juego, es el resultado». Pablito, 2004.
Esta frase é uma excelente exposição da postura de Pablito no futebol: a procura da beleza e o necessário equilíbrio entre o futebol bonito e o futebol que ganha jogos. Mas nesta afirmação há mais do que aquilo que se retira à primeira vista, e que complementada com o seu estilo de jogo e com a sua atitude dentro e fora de campo nos dá uma perspectiva do que o futebol significa para Pablito e do que Pablito significa para o futebol. Penso sinceramente que se há um jogador que encarna o espírito de encontrar o sublime no desporto-rei, esse jogador é, acima de todos os outros, Pablito.
Ronaldo é eficiência e números, quer a vitória e reconhecimento; Messi assemelha-se a um autista que faz o que faz porque o seu engenho assim o permite, e a sua motivação dá ideia de ser proporcional ao talento que os deuses lhe concederam; Ibrahimovic é um génio egocêntrico; Ronaldinho era circo, aparentando uma necessidade de sorrisos dos adeptos para se sentir aceite; Maradona fazia-o por divertimento pessoal, às vezes mesmo por desprezo pelo adversário e, contra os ingleses, por vingança patriótica. Todos estes jogadores tiveram e têm lances de perfeição futebolística, ainda que cada um com razões diferentes – a fome de vitória, o reconhecimento pessoal, o dinheiro, orgulhos nacionais feridos, a necessidade de se sentirem melhores, mais populares, mais queridos, ou apenas porque sim, porque podem.
A grande diferença, e este é um ponto fundamental, é que Pablito é dos poucos que parece jogar com total desprendimento e com um interesse que ultrapassa o indivíduo para se fixar em patamares mais etéreos. No seu caso, a genialidade está ao serviço do futebol como desporto capaz de produzir momentos sublimes. É por isso que Pablito é tão especial: procura genuinamente a beleza, transformando um jogo de futebol num espectáculo estético apenas porque o futebol, para ele, é razão de sobra para dispensar outras razões. O facto de ser bem pago enquanto o faz não é mais do que uma consequência natural desta sua busca, não constituindo a razão de fundo. A fama não lhe interessa, ele que nem é dado às modernices do futebol-reality show – não tem site, não tem Facebook, não tem Twitter. Pablito perseguiria a beleza futebolística jogando no Benfica ou na 3ª Divisão argentina, sendo conhecido ou sendo um zé-ninguém, ganhando milhões ou ganhando tostões.
Há, depois, o a questão do equilíbrio entre a motivação pessoal e os interesses do futebol como jogo colectivo: o jogador é obrigado a pensar para a equipa primeiro, e pensar para a equipa em termos de utilidade prática e não em termos de beleza. No futebol, a vitória acaba por ser o objectivo último, e isto é uma limitação para todos os génios. Pablito não é diferente, tendo a maior parte das vezes de abdicar do que pode fazer pelo que deve fazer. Ainda assim, há sempre a sensação de que se perdeu alguma coisa para a posterioridade quando Pablito pode fazer o agradável e opta pelo útil. Acredito que esta conciliação não deve ser fácil para um sobredotado, e por isso perdoo a Pablito quando tenta fazer o fantástico e a coisa corre mal – mas refira-se que isto, o sacrifício do colectivo pela acção individual, raramente tem lugar no seu jogo.
Não há, no entanto, impedimentos a que por vezes as duas realidades se cruzem: os seus impulsos geniais são o melhor para a equipa. E, quando isso acontece, todo um universo futebolístico se alinha e Pablito mostra-nos a beleza do futebol na sua forma mais pura.
Esta frase é uma excelente exposição da postura de Pablito no futebol: a procura da beleza e o necessário equilíbrio entre o futebol bonito e o futebol que ganha jogos. Mas nesta afirmação há mais do que aquilo que se retira à primeira vista, e que complementada com o seu estilo de jogo e com a sua atitude dentro e fora de campo nos dá uma perspectiva do que o futebol significa para Pablito e do que Pablito significa para o futebol. Penso sinceramente que se há um jogador que encarna o espírito de encontrar o sublime no desporto-rei, esse jogador é, acima de todos os outros, Pablito.
Ronaldo é eficiência e números, quer a vitória e reconhecimento; Messi assemelha-se a um autista que faz o que faz porque o seu engenho assim o permite, e a sua motivação dá ideia de ser proporcional ao talento que os deuses lhe concederam; Ibrahimovic é um génio egocêntrico; Ronaldinho era circo, aparentando uma necessidade de sorrisos dos adeptos para se sentir aceite; Maradona fazia-o por divertimento pessoal, às vezes mesmo por desprezo pelo adversário e, contra os ingleses, por vingança patriótica. Todos estes jogadores tiveram e têm lances de perfeição futebolística, ainda que cada um com razões diferentes – a fome de vitória, o reconhecimento pessoal, o dinheiro, orgulhos nacionais feridos, a necessidade de se sentirem melhores, mais populares, mais queridos, ou apenas porque sim, porque podem.
A grande diferença, e este é um ponto fundamental, é que Pablito é dos poucos que parece jogar com total desprendimento e com um interesse que ultrapassa o indivíduo para se fixar em patamares mais etéreos. No seu caso, a genialidade está ao serviço do futebol como desporto capaz de produzir momentos sublimes. É por isso que Pablito é tão especial: procura genuinamente a beleza, transformando um jogo de futebol num espectáculo estético apenas porque o futebol, para ele, é razão de sobra para dispensar outras razões. O facto de ser bem pago enquanto o faz não é mais do que uma consequência natural desta sua busca, não constituindo a razão de fundo. A fama não lhe interessa, ele que nem é dado às modernices do futebol-reality show – não tem site, não tem Facebook, não tem Twitter. Pablito perseguiria a beleza futebolística jogando no Benfica ou na 3ª Divisão argentina, sendo conhecido ou sendo um zé-ninguém, ganhando milhões ou ganhando tostões.
Há, depois, o a questão do equilíbrio entre a motivação pessoal e os interesses do futebol como jogo colectivo: o jogador é obrigado a pensar para a equipa primeiro, e pensar para a equipa em termos de utilidade prática e não em termos de beleza. No futebol, a vitória acaba por ser o objectivo último, e isto é uma limitação para todos os génios. Pablito não é diferente, tendo a maior parte das vezes de abdicar do que pode fazer pelo que deve fazer. Ainda assim, há sempre a sensação de que se perdeu alguma coisa para a posterioridade quando Pablito pode fazer o agradável e opta pelo útil. Acredito que esta conciliação não deve ser fácil para um sobredotado, e por isso perdoo a Pablito quando tenta fazer o fantástico e a coisa corre mal – mas refira-se que isto, o sacrifício do colectivo pela acção individual, raramente tem lugar no seu jogo.
Não há, no entanto, impedimentos a que por vezes as duas realidades se cruzem: os seus impulsos geniais são o melhor para a equipa. E, quando isso acontece, todo um universo futebolístico se alinha e Pablito mostra-nos a beleza do futebol na sua forma mais pura.
01/02/2013
Capas Históricas V

Salvo as devidas distâncias, e são muitas, o atual momento do nosso rival da 2ª Circular tem vários paralelismos com o período mais negro da História do Glorioso, o final dos anos 90. Em particular, o volte-face que a suposta transferência do avançado romeno Marius Niculae para o Sporting sofreu durante o dia de hoje, trouxe-me à memória a célebre novela nórdica que estava no ar no início da temporada 99/00, a novela Rushfeldt.
Em Julho de 1999, o Presidente Vale e Azevedo procurava um avançado para colmatar as saídas de Martin Pringle, "o carteiro de Gotemburgo", e de Brian Deane, um "tosco" que deixou saudades na Luz, pela sua eficácia e pelo seu perfil de "bom gigante", sempre apreciado no 3º anel. Ambos haviam emigrado para Inglaterra a meio da temporada 1998/1999, deixando vago o lugar ao lado de Nuno Gomes no ataque encarnado. O escolhido para enfrentar a hercúlea tarefa de substituir os dois matadores foi Sigurd Rushfeldt, um ponta-de-lança internacional norueguês que brilhava como estrela maior do Rosenborg, equipa que na altura raramente falhava presença na Champions. Na seleção, Rushfeldt pertenceu à geração de ouro do futebol norueguês, tendo inclusive partilhado o duche com Tore Andre Flo e Ole Gunnar Solskjaer, dois nomes maiores do futebol daquele abastado país escandinavo. No verão de 1999, os golos marcados na Noruega e por essa Europa fora faziam de Sigurd Rushfeldt um nome da moda, sendo ferozmente disputado por Marselha e Real Sociedad. No entanto, numa jogada mestre, Vale e Azevedo antecipou-se à concorrência e mandatou o empresário José Veiga para viajar até à Noruega, conseguindo assim arrebatar o leilão do norueguês, contratando-o por 750 mil contos (3,75M euros... um Balboa, portanto). Estava encontrado o sucessor dos também nórdicos Manniche e Magnusson, avançados de impressionante estampa física que brilharam no Benfica da década de 80.
Ou talvez não fosse bem assim... Rushfeldt foi apresentado na Luz e vestiu mesmo o Manto Sagrado, ladeado pelo Presidente JVA e por José Capristano (na foto), tendo voado de imediato para a Áustria, onde os seus companheiros se encontravam em pleno estágio de pré-época. No entanto, nos dias que se seguiram, o Benfica não conseguiu apresentar as garantias bancárias necessárias à viabilização da transferência e Rushfeldt foi ordenado a regressar à casa de partida, tendo o negócio ido por água abaixo. Esta pelo menos era a versão do Rosenborg. Já Vale e Azevedo, refutou esta teoria, argumentando que o jogador tinha sido devolvido ao remetente por não ser capaz de lidar com a pressão inerente a vestir a camisola do Glorioso. Na verdade, JVA admitiu na imprensa que o avançado norueguês se havia "mijado nas calças" quando confrontado com tamanha massa adepta, não tendo portanto o caráter nem o calibre necessários para atuar perante o 3º anel. Para conforto dos adeptos encarnados, JVA garantiu que um avançado melhor, mais jovem e de maior nomeada, estava já garantido e que iria chegar nos próximos dias. E foi assim que o lendário matador madrileño Tote chegou à Luz.
Terminado o papel do Benfica nesta novela, faltava apenas decidir o destino do outro protagonista. Rushfeldt acabou por assinar pelo Racing de Santander, onde ficou durante época e meia, sempre com papéis secundários.
Terminado o papel do Benfica nesta novela, faltava apenas decidir o destino do outro protagonista. Rushfeldt acabou por assinar pelo Racing de Santander, onde ficou durante época e meia, sempre com papéis secundários.
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