A dispensa do "Menino de Ouro", o grande jogador que brilhou no meio da penumbra que foram os anos '90 do Benfica, foi o maior crime de Vale e Azevedo como Presidente. Por si só, seria motivo mais do que suficiente para meter este impostor a partilhar a cela com o Bibi para o resto da vida.
https://www.youtube.com/watch?v=2THn7o9bWP0&feature=g-all
João Vieira Pinto, por sua vez, cometeu o crime de depois de ter sido ídolo na Luz, sair para ser feliz do outro lado da 2ª Circular.
A sua saída causou um rombo tão grande, não só nos adeptos como em toda a estrutura Benfiquista (como é explicado pelo ex-Excesso Calado no vídeo acima), que a época seguinte foi a pior da nossa História, a época do malogrado 6º lugar.
05/12/2012
22/11/2012
Elogios comedidos
Um pouco para
contrabalançar as críticas (legítimas, obviamente) que têm sido feitas neste
blogue, venho fazer um elogio divido em vários. Um elogio à forma como as coisas têm sido feitas
até este momento, esta época.
Bem sei que ainda
estamos em Novembro, e que os jogos decisivos ainda estão para vir. Mas há
verdades absolutas que não deixarão de o ser se as coisas piorarem daqui para a
frente, como acredito que não acontecerá. O que foi conseguido até agora já não pode ser apagado e na minha opinião é meritório e merece ser reconhecido.
Penso que está à
vista de todos que as coisas estão a correr bem melhor do que aquilo que se
previa no fecho do mercado (cenário que ainda piorou quando foi decidido o
castigo do Luisão). Na minha opinião, isso deve-se ao facto de estarem a ser
bem potenciados jogadores de quem não se esperava tanto.
Em relação a André
Almeida penso que ainda é cedo para concluir se será jogador para vingar no
Benfica (já duvidei mais admito), mas a verdade é que tem feito o que se lhe
pede com competência e rigor. Não erra. E neste último jogo demonstrou estar
mais confiante, o que o fez soltar-se e mostrar alguns pormenores
interessantes. Até agora tem sido a opção credível que se dizia não haver para
Maxi, ao mesmo tempo que também tem sido o trinco que faltava caso Matic
estivesse indisponível. Já esteve presente em jogos de importância média-alta e
cumpriu, e foi isso que me fez mudar positiva e moderadamente a minha opinião.
No que diz respeito a
Melgarejo, penso que não havia dúvidas que poderia ser um bom extremo/avançado,
ainda por cima nas mãos de Jorge Jesus. Como também penso que haviam bastantes
dúvidas que pudesse ser o defesa esquerdo que precisávamos verdadeiramente. Até
agora, tem demonstrado claras melhorias a nível defensivo, o que acaba por lhe
dar confiança para subir no terreno com muita qualidade e repentismo. O jogo
com o Celtic entusiasmou e mostrou que podemos estar aqui perante um caso
sério. Mas calma, aqui sei que ainda é cedo para concluir o que quer que seja.
Mas até agora pelo menos tem dado qualidade ao nosso lado esquerdo.
Luisinho para mim
representa o que não tem havido nos plantéis do Benfica nos últimos anos.
Jogadores com alguma qualidade, que "para aqui vão dando" e que
lançados apenas um ou dois de cada vez não fazem baixar o nível da equipa. Tem
muita garra e ataca bastante bem! Tem limitações defensivas que para mim não
permitem lançá-los em jogos de maior importância. Mas fazem falta estes
jogadores a um plantel, pois permitem não sobrecarregar os ditos titulares com
demasiados minutos, para estes poderem responder a 100% nos jogos decisivos no
fim da época.
A suspensão de Luisão
acabou por ser bem colmatada por Jardel. Não sendo um central imperial
(daqueles de bola no pé tipo Garay), nem um centralão daqueles que impõe o
físico (tipo Luisão), tem um pouco dos dois. E na minha opinião ganhou a
confiança que lhe faltava e acabou por ficar ligado a uma boa fase do Benfica,
em que se sofreram poucos golos. Acho um jogador à imagem daquilo que escrevi
sobre Luisinho. Útil ao plantel e competente, embora ache que possa dar para um
ou outro jogo grande, sem abusar claro.
A maior evolução que
presenciámos até agora foi sem dúvida alguma Matic. Estava tapado por Javi e,
tendo participado em muitos jogos o ano passado, acabou por ter poucos minutos
e pouca regularidade de jogo, o que abrandou a sua evolução. Hoje em dia, com
minutos nas pernas e confiança, é na minha opinião um dos melhores e mais
influentes jogadores do Benfica. Não sendo o mesmo tipo de jogador, falta-lhe
ainda alguma dureza e capacidade defensiva, está a fazer esquecer Javi Garcia na perfeição!
Enzo Pérez foi outra
muito boa revelação. Colmatou a saída de Witsel, que era a que mais me
preocupava. Não tem para já a regularidade do belga, mas é um jogador fabuloso,
com muita qualidade. Ainda lhe faltam alguma rotinas e mais pulmão para
jogar naquela posição, falta-lhe chegar mais a frente a zonas de finalização,
mas tem noções tácticas, tem passe, tem cobertura de bola, e acredito que quando estiver na plenitude da sua forma ainda nos dará umas alegrias.
Em relação ao “menino”
André Gomes, ainda deu para ver pouco, mas o que vimos deu para perceber que em
princípio podemos contar com ele, a espaços, ainda este ano. Em jogos em casa,
de menor exigência (por exemplo na Taça da Liga), pode ser uma boa opção para
rodar o meio campo.
Ola John chegou
rotulado de craque, com muitas esperanças depositadas nas suas costas e nos 9
milhões de euros que parece ter custado aos cofres da Luz. Não entrou bem,
demorou a adaptar-se, e a própria imprensa quis dar dimensão a coisas
insignificantes e normais no futebol, decorrentes da adaptação de um jovem que
acaba de chegar a uma equipa grande dum futebol mais exigente do que estava
habituado. No entanto, Ola parece ter-se finalmente adaptado à realidade do
Benfica e àquilo que lhe é exigido e tem deixado os adeptos com água na boa.
Ainda será cedo para dizer que pode ter um papel de destaque esta época, mas já
ajudou a equipa diversas vezes e tudo indica que a sua evolução continuará.
Por fim, no que diz
respeito a jogadores, Lima. A primeira sensação que tive quando soube da sua
vinda era que talvez fosse ficar um bocado tapado por Cardozo e Rodrigo, e que
seria apenas o 3º avançado duma equipa que o ano passado tinha adotado
bastantes vezes o 4-2-3-1. Achei que fosse jogar na Taça da Liga e tal, mas que
o melhor da sua contratação tinha sido o enfraquecimento do Braga. No entanto, Lima tratou
logo de me esclarecer ao que vinha na 1ª vez que tocou na bola com a camisola
do Benfica, em Coimbra. Fez logo um golão...“à Lima”. E a esse golo seguiram-se
vários, que acabaram por dar pontos ao Benfica e garantir-lhe a afirmação de
águia ao peito e um papel de destaque no plantel.
Tudo isto que acima
escrevi não faz com que deixe de querer pelo menos um jogador no mercado de
Inverno. Não há dúvida que o plantel está mais fraco que o ano passado e acho
urgente um médio que jogue a “6” e a “8”, que não se venha adaptar e que possa
dar resposta imediata. Até agora temos cumprido mas para chegar perto do nível do ano
passado falta essa peça no puzzle. E desta forma também se resguarda André Almeida e André
Gomes de serem lançados em jogos “a doer” por não haver mais opções. Isso poderia
prejudicar os “meninos”, e acho que eles ainda terão a ganhar com uma ou outra
descida à equipa B (mais Gomes que Almeida).
E por falar em equipa
B, chego ao fim dos elogios. Acho que é o projecto que está a ser mais bem
conseguido entre todas as equipas B. Os resultados aparecem em campo, ao mesmo
tempo que se lançam bastantes jovens e se dá ritmo a outros jogadores para estarem sempre a 100% para a equipa principal. A ligação parece-me estar
a ser bem feita, Jorge Jesus e Luís Norton de Matos parecem estar em sintonia e
neste aspecto tenho que dar os parabéns a toda a estrutura.
19/11/2012
O golo do Isaías
Em 1994 iniciei-me oficialmente para o mundo do Benfica. Ia ver, finalmente,
um jogo ao Estádio da Luz. Pus o fato de gala: camisola marca “Imperia”, símbolo
do Glorioso no coração, Casino Estoril a apertar a barriga. Jogo
importantíssimo, 29ª jornada, uma semana antes do 6-3 que praticamente selou o
título. O adversário era o Estrela da Amadora.
Não sei bem o que se passou desde que o meu pai me disse que íamos à bola até estar dentro do Estádio. Sei que, de repente, estava sentado na Catedral, ainda despida de cadeiras e sem o fosso cavado em 95 para proteger os Paredões, Kings e Marcelos do assédio dos comuns mortais que se sentavam nas bancadas.
Passei à minha primeira análise do Estádio da Luz. Do banco dos suplentes, com marcação à zona feita pelo bigode do Toni, até ao camarote, onde devia estar o Eusébio, a chorar ainda a meia-final contra a Inglaterra e a derrota de 1968. Na altura conhecia poucos jogadores, e para mim o mais distinto era o Veloso, que tinha um bigode que não era como o do Toni, era mais senhorial, e que eu reconheceria em qualquer parte do mundo, mas que reconhecia principalmente da caderneta Panini que recebera na semana anterior, onde o Capitão partilhava a capa com um jogador do Porto.
Ainda me lembro do que foi o palavrão. Nunca tinha ouvido nada assim, foi o meu primeiro contacto com o vernáculo do futebol. Caralhadas e filhas da putice, foda-ses e conas da mãe do outro. Lembro-me de olhar para o meu pai à espera de um grito para o gajo do lado por estar a ser mal-educado, ou de uma reprimenda na gorda que se sentava acima de nós, e que a cada lance mais emocionante, cuspia para cima de nós bocados de queijada mastigados e léxico vindo dos confins do dicionário. Um pouco de contenção era o que se pedia, havia crianças presentes. O meu pai não fez nada, continuava concentrado no jogo, e eu devo-me ter perguntado se os pais da gorda saberiam que ela falava assim, e se o gajo do lado, que já tinha idade para ser meu avô, embalava os netos à noite dizendo que os vilões das histórias eram uns grandes filhos da puta.
O jogo já começara e eu ainda não absorvera tudo o que se passava à minha volta. É provável que estivesse a tentar decifrar os ponteiros do relógio do marcador quando fui interrompido por um tremor de terra humano. Olhei à minha volta e vi os homens e mulheres, que ainda há pouco gritavam palavrões, aos gritos, aos abraços e aos saltos. Até o meu pai perdera a compostura. Só quando me pôs ao colo é que percebi que tinha perdido o primeiro golo da minha vida. O Isaías marcara, e eu, que tanto massacrara o meu pai para me levar a um jogo, deixara passar a oportunidade em claro. O golo fora assim, à socapa, sem dar oportunidade a um miúdo que nunca tinha visto nada daquilo e não sabia que o futebol é muito mais do que o que nos mostrava a televisão, onde há a complacência da repetição para os distraídos.
Tinha que estar mais atento. Concentrei-me, não podia perder o próximo. Chegou o empate do Estrela, esse vi eu, mas as ninguém reagiu como no golo do Benfica. As pessoas ficaram caladas, a olhar para os sapatos, algumas assobiaram, não percebi bem o quê – na altura Emerson ainda não jogava e Roberto era um pesadelo distante. O meu pai devia estar preocupado, já a fazer contas à vida - para a semana lá íamos ter de ganhar em Alvalade. Não marcámos mais vezes, para meu desapontamento. O Benfica empatou, e eu nunca mais vi esse golo do Isaías.
Não sei bem o que se passou desde que o meu pai me disse que íamos à bola até estar dentro do Estádio. Sei que, de repente, estava sentado na Catedral, ainda despida de cadeiras e sem o fosso cavado em 95 para proteger os Paredões, Kings e Marcelos do assédio dos comuns mortais que se sentavam nas bancadas.
Passei à minha primeira análise do Estádio da Luz. Do banco dos suplentes, com marcação à zona feita pelo bigode do Toni, até ao camarote, onde devia estar o Eusébio, a chorar ainda a meia-final contra a Inglaterra e a derrota de 1968. Na altura conhecia poucos jogadores, e para mim o mais distinto era o Veloso, que tinha um bigode que não era como o do Toni, era mais senhorial, e que eu reconheceria em qualquer parte do mundo, mas que reconhecia principalmente da caderneta Panini que recebera na semana anterior, onde o Capitão partilhava a capa com um jogador do Porto.
Ainda me lembro do que foi o palavrão. Nunca tinha ouvido nada assim, foi o meu primeiro contacto com o vernáculo do futebol. Caralhadas e filhas da putice, foda-ses e conas da mãe do outro. Lembro-me de olhar para o meu pai à espera de um grito para o gajo do lado por estar a ser mal-educado, ou de uma reprimenda na gorda que se sentava acima de nós, e que a cada lance mais emocionante, cuspia para cima de nós bocados de queijada mastigados e léxico vindo dos confins do dicionário. Um pouco de contenção era o que se pedia, havia crianças presentes. O meu pai não fez nada, continuava concentrado no jogo, e eu devo-me ter perguntado se os pais da gorda saberiam que ela falava assim, e se o gajo do lado, que já tinha idade para ser meu avô, embalava os netos à noite dizendo que os vilões das histórias eram uns grandes filhos da puta.
O jogo já começara e eu ainda não absorvera tudo o que se passava à minha volta. É provável que estivesse a tentar decifrar os ponteiros do relógio do marcador quando fui interrompido por um tremor de terra humano. Olhei à minha volta e vi os homens e mulheres, que ainda há pouco gritavam palavrões, aos gritos, aos abraços e aos saltos. Até o meu pai perdera a compostura. Só quando me pôs ao colo é que percebi que tinha perdido o primeiro golo da minha vida. O Isaías marcara, e eu, que tanto massacrara o meu pai para me levar a um jogo, deixara passar a oportunidade em claro. O golo fora assim, à socapa, sem dar oportunidade a um miúdo que nunca tinha visto nada daquilo e não sabia que o futebol é muito mais do que o que nos mostrava a televisão, onde há a complacência da repetição para os distraídos.
Tinha que estar mais atento. Concentrei-me, não podia perder o próximo. Chegou o empate do Estrela, esse vi eu, mas as ninguém reagiu como no golo do Benfica. As pessoas ficaram caladas, a olhar para os sapatos, algumas assobiaram, não percebi bem o quê – na altura Emerson ainda não jogava e Roberto era um pesadelo distante. O meu pai devia estar preocupado, já a fazer contas à vida - para a semana lá íamos ter de ganhar em Alvalade. Não marcámos mais vezes, para meu desapontamento. O Benfica empatou, e eu nunca mais vi esse golo do Isaías.
16/11/2012
O Regresso do Capitão
Mais um jogo que se prevê difícil para o Benfica hoje em Moreira de Cónegos, no Comendador Joaquim de Almeida. Vimos de uma boa série de resultados, à qual temos que dar sequência imperativamente! Uma vitória, não sendo mais que a nossa obrigação, ajudará a fortalecer o bom ambiente à volta da equipa. Uma derrota seria perfeita para os críticos começarem a pedir cabeças...
Boa notícia o regresso no nosso capitão! Não tenho (quase) nada a apontar a Jardel, cumpriu a sua obrigação e mostrou ser uma opção credível à dupla de classe mundial que temos. Mas com Luisão a conversa será outra. A organização defensiva melhorará e ganhamos muita força nas bolas paradas (defensivas e ofensivas)!
Boa notícia o regresso no nosso capitão! Não tenho (quase) nada a apontar a Jardel, cumpriu a sua obrigação e mostrou ser uma opção credível à dupla de classe mundial que temos. Mas com Luisão a conversa será outra. A organização defensiva melhorará e ganhamos muita força nas bolas paradas (defensivas e ofensivas)!
Já faltou mais para chegar Dezembro e a abertura do mercado de Inverno. E a verdade é que Benfica se tem aguentado em todas as frentes (ainda que sem deslumbrar como em anos anteriores). Espero e confio que aguentaremos o barco até Dezembro com os que cá estão agora.
Nesta reabertura de mercado é imperativo retocar o plantel para prevenir uma quebra de forma na fase decisiva da época. Tendo consciência que o dinheiro não abunda, só peço uma opção credível para o meio campo (de preferência um jogador que faça "6" e "8"). Para as laterais da defesa, uma posição com escassez de opções de qualidade por todo o mundo, sei que seria preciso gastar bastante dinheiro para trazer jogadores de qualidade inequívoca. Por isso, e também sendo esta uma posição de menos influência que a de médio centro, contentar-me-ei com os que cá estão até ao fim da época e com mais uma ou outra adaptação de recurso.
Voltando ao jogo de hoje, se fosse eu o treinador, daria minutos a alguns jogadores menos utilizados, de forma a também resguardar alguns jogadores para a recepção ao Celtic na próxima 3ª Feira. Jorge Jesus tem feito isso bem este ano até agora. Tem rodado com conta, peso e medida.
Como já é costume, avanço o 11 que eu lançaria hoje:
Paulo Lopes; André Almeida, Luisão, Jardel, Luisinho; Matic; Gaitán, Enzo Pérez, Nolito; Rodrigo, Lima.

14/11/2012
40 minutos de Pablito
Este vídeo nasce da necessidade de preservação da história de Pablito no Glorioso. São os seus melhores momentos de 2011/2012 em compilação. Os golos, as assistências, os passes, as fintas, enfim, todos os pormenores de classe de todos os jogos de Pablito da época passada.
Está mal editado, não tem efeitos especiais nem é ao som da música do momento. Se quiserem ponham mute e oiçam as canções da vossa escolha. Eu recomendo tango, mas fica ao vosso critério - podem sempre ouvir o Tadeia chamar a uma das melhores assistências do ano "recuperação de bola". É aconselhável assistirem na melhor qualidade disponível, caso contrário o vídeo fica muito pouco perceptível.
Dito isto, desfrutem de quase 40 minutos de Pablito.
Está mal editado, não tem efeitos especiais nem é ao som da música do momento. Se quiserem ponham mute e oiçam as canções da vossa escolha. Eu recomendo tango, mas fica ao vosso critério - podem sempre ouvir o Tadeia chamar a uma das melhores assistências do ano "recuperação de bola". É aconselhável assistirem na melhor qualidade disponível, caso contrário o vídeo fica muito pouco perceptível.
Dito isto, desfrutem de quase 40 minutos de Pablito.
09/11/2012
Por falar em matador...
...um bom artigo da Marca.
Não consigo perceber como há quem aponte o que quer que seja a este matador. Tem uma regularidade impressionante, ao nível dos avançados ditos de classe mundial. Ainda por cima, antes dele, o Benfica estava num estado em que o seu melhor marcador era um extremo (Simão era um extremo de grande qualidade, é certo, mas este facto não deixa de demonstrar que não havia um avançado matador).
Já é o 3º melhor marcador do Benfica a nível europeu, já leva 9 golos esta época, e já está facilmente a caminho da média de 25,8 golos por época (129 golos em 5 épocas de águia ao peito). O resto é conversa...

07/11/2012
Decisivo
Apesar das baixas, estou confiante para o jogo de hoje! Uma vitória não só dará confiança e boas perspectivas de passagem no grupo, como também confirmará e consolidará o nosso bom momento e nível interno.
Até agora penso que o Benfica tem estado a um nível médio-baixo na champions, mas até agora o único resultado que na minha opinião poderia ter sido diferente foi a derrota na Rússia. Para mim, empatar na Escócia, dadas as condições do jogo, foi um ponto ganho (e não dois perdidos). Perder com o Barcelona foi...normal. Perder na Rússia é que foi mau, e teria sido mais confortável para nós o empate.
Mas acho que se ganharmos os próximos 2 jogos em casa e chegarmos aos 7 pontos ficamos numa posição confortável e a não precisar de pontuar em Barcelona no jogo de fecho do grupo.
Se fosse o treinador, avançaria o seguinte 11 hoje: Artur; Maxi, Jardel, Garay, Melgarejo; André Almeida, Enzo Pérez, Salvio, Gaitán; Lima, Cardozo.

Alguma imprensa diz que deve avançar Rodrigo para o lugar de Cardozo, mas quanto a mim não faz sentido. Precisamos de ganhar. E para ganhar é indispensável meter golos. E, como diria Jorge Jesus, "Cardozo é golo". Por isso não vejo mesmo porque é que o Tacuara há-de sair da equipa, ainda por cima confiante depois de ter bisado!
Também já li que Ola John deve continuar no onze, mas hoje apostava claramente em Gaitán (em "versão Champions").
Já falta pouco, começa a chegar aquele aperto na barriga de nervos. Mas confio num Benfica a sufocar o Spartak! Carrega Benfica!
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